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	<title>ιγν ign ιγν &#187; Arte</title>
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	<description>design, music, art, high life</description>
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		<title>OSCAR / IMPROVISATION 1</title>
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		<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 23:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Video de Hedi Slimane para a Vman]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-369 alignnone" title="oscar4466-1-1" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/oscar4466-1-1.jpg" alt="oscar4466-1-1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Video Inspiração dirigido por Hedi Slimane produzido para a Vman em comemoração as festividades de final de ano. O video conta com a participação de Oscar Nilsson, bailarino na &#8220;THE ROYAL DANISH BALLET THEATER&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-368" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/3017.jpg" alt="3017" /></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-370" title="oscar-nilsson" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/oscar-nilsson.jpg" alt="oscar-nilsson" /></p>
<p style="text-align: center;"><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/-hw7g1x62yk&amp;hl=en_GB&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-hw7g1x62yk&amp;hl=en_GB&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p style="text-align: center; font-size: 10px; font-weight: bolder;">(re)Sources:</p>
<p style="text-align: center; font-size: 10px;">- http://www.vman.com/happyholidays/<br />
- http://www.hedislimane.com/</p>
]]></content:encoded>
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		<title>À Deriva (2009)</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/09/29/a-deriva-2009/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[O terceiro longa do promissor Heitor Dhalia é sobre crescimento. Partindo do ponto em que a primogênita de Matias (Vincent Cassel) e Clarice (Débora Bloch), Filipa (Laura Neiva), descobre que o pai tem uma amante, a obra segue para mostrar a vida da adolescente durante a separação dos pais. Enquanto os desentendimentos dos adultos vão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-poster.jpg"><img class="size-full wp-image-304 alignnone" title="a-deriva-poster" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-poster.jpg" alt="a-deriva-poster" width="252" height="369" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">O terceiro longa do promissor Heitor Dhalia é sobre crescimento. Partindo do ponto em que a primogênita de Matias (Vincent Cassel) e Clarice (Débora Bloch), Filipa (Laura Neiva), descobre que o pai tem uma amante, a obra segue para mostrar a vida da adolescente durante a separação dos pais. Enquanto os desentendimentos dos adultos vão crescendo, a menina começa a se envolver com o sexo oposto com curiosidade. O roteiro emparelha a descoberta sexual com o fim do casamento, e, nessa linha de interpretação, conclui-se de forma primorosa.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Aliás, subtexto é o que não falta em <strong>À Deriva</strong>. O próprio título já faz a atenção se dirigir aos aspectos menos explícitos da trama. Nesse quesito, a obra continua relativamente sólida. É belíssima a cena em que Filipa escapa do pedófilo, que agrega ao ato de flutuar o valor de maturidade emocional para se lançar em assuntos profundos. O roteiro cria um complexo conceito de adulto, detalhando o processo de crescimento que um jovem empreende em face de certas situações como a separação dos pais. Filipa se julga crescida, por conhecer o sexo, a família despedaçada, a mãe problemática, o <em>affair</em> do pai – mas ela sempre descobre que o mundo adulto é muito mais complicado. Esse mundo, por sinal, nunca é idealizado, e isso fica claro quando a mãe, iluminada por um egoísmo imenso, se livra da bebida.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-adultos.jpg"><img class="size-full wp-image-301 alignnone" title="a-deriva-adultos" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-adultos.jpg" alt="a-deriva-adultos" width="450" height="300" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">No entanto, a montagem faz parecer que a mensagem não está clara. Ela prefere cortar dessa cena para Filipa, no bar, pedindo uísque para se enquadrar na imagem de adulto que conhece. A cena não é tola pois a menina não está sendo vítima da herança comportamental da mãe, ela sabe que está ‘amadurecendo’ por um meio reprovável. Por outro lado, esse didatismo está presente em inúmeros momentos – o pior deles é quando Clarice quebra os pratos –, e é uma concessão estúpida para um filme que tenta com tanta força criar significados nas entrelinhas. A metáfora da água, elemento principal de tudo que está fisicamente à deriva, também é escancarada demais, culminando na hedionda cena em que a lancha de Matias fica sem gasolina em alto mar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-a-deriva.jpg"><img class="size-full wp-image-302 alignnone" title="a-deriva-a-deriva" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-a-deriva.jpg" alt="a-deriva-a-deriva" width="408" height="289" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Dhalia, no entanto, quer mascarar suas metáforas. Quer que elas se passem por acontecimentos banais, que recebem organicamente seus significados segundos. Por isso há um breve plano de um barco rebocando a lancha, para mostrar que, sim, isso foi apenas um evento qualquer, e que, escondido nele, há algo mais. Mas não é assim na prática. A estrutura do subtexto é berrante, anuncia-se sem elegância, e a tentativa de trivializá-lo (até o pobre Cassel tenta mostrar inconsequência) dá a impressão de que o diretor tem vergonha dele. Berrante e deselegante também é a fotografia de Ricardo Della Rosa, que tenta desesperadamente mostrar como o mundo em volta é paradisíaco para se opor ao caos familiar. Sem ressonância alguma no roteiro, entretanto, esse comentário surge como algo pior que estilo vazio: surge como uma necessidade sofrível criar sentidos, sem notar que já há muitas coisas ditas, e ditas até a exaustão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-beuaitufl.jpg"><img class="size-full wp-image-303  aligncenter" title="a-deriva-beuaitufl" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/a-deriva-beuaitufl.jpg" alt="a-deriva-beuaitufl" width="274" height="346" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Se o filme não é simplesmente ruim, é graças ao excelente elenco, totalmente sintonizado em cada personagem. Neiva, embora quase destituída de inocência, consegue deixar claro que ainda há um lado infantil habitando aquela alma calejada. Cassel consegue se despir em humanidade sincera, impondo todos os defeitos de uma pessoa comum como indispensáveis. Ele é refletido em Bloch de forma intensa, e ela não só aceita a inevitabilidade de seus egoísmos e mesquinharias, como também os projeta no rosto, mantendo-o crispado e tensamente resoluto. Embora todos os atores encontrem o tom emocional, faltou a Dhalia fazer o mesmo. Essa inconsistência remete à bela trilha sonora: por bem feita que seja, ela ressalta emoções que não estão lá, formando um fino invólucro sem preenchimento. O filme inverte o valor de subtexto e do drama central, exteriorizando o que deveria ser interno e internalizando – empalidecendo – o que deveria ser externo.</p>
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		<title>Lawrence da Arábia (Lawrence of Arabia &#8211; 1962)</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/09/01/lawrence-da-arabia-lawrence-of-arabia-1962/</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem dois filmes em Lawrence da Arábia. A Intermissão marca essa divisão em partes de características radicalmente diferentes. A primeira metade pode ser chamada de minimalista, tamanha a economia de elementos. Lean filma o deserto de forma simples, impondo o céu, azul puro, à terra, só areia, e esmagando os homens no meio de rochas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/1-lawrence.jpg"><img class="size-full wp-image-413 alignnone" title="1-lawrence" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/1-lawrence.jpg" alt="1-lawrence" width="260" height="376" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Existem dois filmes em <strong>Lawrence da Arábia</strong>. A Intermissão marca essa divisão em partes de características radicalmente diferentes. A primeira metade pode ser chamada de minimalista, tamanha a economia de elementos. Lean filma o deserto de forma simples, impondo o céu, azul puro, à terra, só areia, e esmagando os homens no meio de rochas imensas, totalmente insignificantes perante essas forças titânicas. Todos estão sujeitos à geografia do lugar – montam acampamento em lugares rodeados de rochedos altos, e andam ao lado de formações alongadas. Se isso é momentaneamente mudado, a terra é elevada, toma maior parte do plano, e o campo/contracampo, antes usado para impor o agourento e onipresente sol, basta para mostrar a euforia de vencer o deserto. Se, depois de um refresco, os personagens voltam à aridez, o diretor continua filmando da mesma maneira, e o cansaço que isso causa só torna a jornada mais angustiante. Quanto às batalhas, a visão é abrangente, com planos longos e/ou semelhantes. A personalidade de Lawrence (Peter O’Toole) tampouco é esmiuçada, mantendo-se um retrato simples de seus ideais e de seu autojulgamento como líder inato.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-desert1.jpg"><img class="size-full wp-image-292 alignnone" title="lawrence-desert1" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-desert1.jpg" alt="lawrence-desert1" width="406" height="190" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Na segunda parte, é através de parcos e sucintos diálogos que o personagem se desenvolve além, e a lógica da filmagem de Lean não se altera. No entanto, a quantidade de informações cresce consideravelmente. A unidade dos homens comandados pelo inglês vai desmoronando, pois as pilhagens a trens turcos são muito mais frenéticas que a tomada de Aqaba. A clara intromissão dos EUA e a presença constante de outros estrangeiros na Arábia aumentam a desorganização, criando uma vasta rede de interesses. Os pontos de vista, antes limitados ao de Lawrence, se multiplicam, e não apenas para facilitar, mas para adicionar cada vez mais elementos à trama. Consequentemente, o passo da narrativa, antes cadenciado pelas longas jornadas, se torna veloz e, para todos os efeitos, mais fugaz. É interessante notar como sombras e reflexos, antes associados a devaneios da meta principal, são bem mais usados.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-da-arabia-many1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-291" title="lawrence-da-arabia-many1" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-da-arabia-many1.jpg" alt="lawrence-da-arabia-many1" width="415" height="214" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Esse é um bom ponto para começar a discorrer. Por que o uso de sombras e reflexos? Porque eles distorcem, de uma maneira ou outra, a imagem original. E a radical mudança que ocorre entre as partes do filme tem tudo a ver com a perda de foco, com a distorção. Não só o idealismo de criar uma Arábia unida vai se diluindo, como também a própria persona de Lawrence vai esmaecendo. Antes ele era o líder de uma revolução na Arábia, e um inglês que saiu de seu mundo militar ordinário para adentrar um cenário árido e caótico. Era para os olhos dos outros, um árabe de olhos azuis e cabelo loiro, capaz de unir todas as tribos beduínas, como Maomé. Resumindo, ele era um homem excepcional, milagroso, tanto para seu povo britânico quanto para “seu” povo árabe.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-of-arabia-dance1.jpg"><img class="size-full wp-image-293  aligncenter" title="lawrence-of-arabia-dance1" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-of-arabia-dance1.jpg" alt="lawrence-of-arabia-dance1" width="400" height="233" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Quando a utopia de unir povos tão radicalmente diferentes começa a ruir, os efeitos são notáveis. Especialmente na interpretação de O’Toole. Ele é vários homens, mas desde o começo, com sua postura paradoxalmente pacífica e insubordinada, até o fim, ele mantém um sutil ponto de convergência. Ele continua contrariando costumes no deserto, com a mesma suavidade, só que, dessa vez, com um radiante sorriso. A contemplação do novo mundo logo se torna seriedade, uma causa digna de se lutar, e, sem se perder a placidez e a simpatia, o ator passa a imprimir em si mesmo a imagem de um líder. A derrocada do protagonista só torna seu trabalho mais soberbo. É visível, mas pungente, que ele aparenta não sentir dor ou privações, e lentamente torna-se vulnerável aos flagelos da vida real. Da mesma maneira, as nuances que  ele cria através de conflitos poderosos, como sua relação com o assassinato, são de uma intensidade sublime.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-of-arabia-blood1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-294" title="lawrence-of-arabia-blood1" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/lawrence-of-arabia-blood1.jpg" alt="lawrence-of-arabia-blood1" width="414" height="196" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">Assim, a limpeza e o minimalismo do primeiro ato são diretamente ligados à ideologia utópica de Lawrence. O sonho com um lugar ideal, uma nação erguida graças a seus esforços, parece ser a tentativa do homem de criar um mundo para si mesmo. Os planos de unificar os árabes, assim como o de construir algo dos escombros, são os elementos que dão o tom trágico do personagem. É ao ser imbuído da sede de sangue que ele percebe que seus esforços são inúteis, pois dá de cara com a psique coletiva daqueles povos. O que era organizado e asséptico no começo se torna conflituoso e poluído no final, mas não existe mudança, de fato. Foi apenas a realidade esmagando todas as ilusões. É como ver a morte do protagonista no início, sem o final circular que lhe vai dar o contexto. Não é um fim climático, é tolo, parece apenas uma cena qualquer. Só ao retornar ao passado de Lawrence, e conhecer sua mente, é que a realidade é exposta, e essa ilusão, desmantelada: sua morte é profundamente cinematográfica.</p>
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		<title>decor: Revivendo Louis XV</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/08/05/decor-revivendo-louis-xv/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 18:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>

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		<description><![CDATA[Coletânea de imagens para inspirar-se, a la louis XV.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">O estilo Luís XV designa um estilo de decoração de interiores e mobiliário que se desenvolve a partir de França durante o reinado de Luís XV. Este estilo é influenciado pelas linhas fluidas e graciosas do rococó e pelo seu repertório de motivos ornamentais. Suas formas são em geral inspiradas em motivos naturais ( flores, caules, folhas, folhagens retorcias), conchas, ondas, cristais, troféus, entre outros.</p>
<p style="text-align: left;">Este estilo nunca foi abandonado por completo, sempre sinônimo de riqueza e poder, nunca foi deixado de lado pelos mais afortunados. Hoje em dia existe também uma nova onda, a revitalização deste estilo rococo. Com ares mais &#8220;leves&#8221;, linhas mais simples, compondo um ambiente luxuoso.</p>
<p style="text-align: left;">Nada melhor que Vivaldi (RV 356 : Presto) para ouvir nestes ambientes &#8216;palacianos&#8217;.</p>
<p style="text-align: left;"></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/7ndxbh2jpqjcg7qnamasmkqqo1_500.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-205" title="7ndxbh2jpqjcg7qnamasmkqqo1_500" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/7ndxbh2jpqjcg7qnamasmkqqo1_500.jpg" alt="7ndxbh2jpqjcg7qnamasmkqqo1_500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Sala de estar. Revitalização dos móveis monocromaticos (tendência minimalista)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/hotel-chatter.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-208" title="hotel-chatter" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/hotel-chatter.jpg" alt="hotel-chatter" width="400" height="275" /></a><br />
Loby Sofisticado em hotel americano, decoração simples com o lustre como peça de destaque.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/salon_louis_xv_chairs.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-209" title="salon_louis_xv_chairs" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/salon_louis_xv_chairs.jpg" alt="salon_louis_xv_chairs" /></a><br />
Decoração clássica Luix XV presente em sala de estar polonêsa.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/7ndxbh2jpqjvyetn5urqherfo1_500.jpg"><br />
<img class="aligncenter size-full wp-image-206" title="7ndxbh2jpqjvyetn5urqherfo1_500" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/7ndxbh2jpqjvyetn5urqherfo1_500.jpg" alt="7ndxbh2jpqjvyetn5urqherfo1_500" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Penteadeira em casa francesa, sobrevivente ao tempo, tem seu charme.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/vvsmledbcqjhuxpzdqwtc4sko1_400.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-204" title="vvsmledbcqjhuxpzdqwtc4sko1_400" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/vvsmledbcqjhuxpzdqwtc4sko1_400.jpg" alt="vvsmledbcqjhuxpzdqwtc4sko1_400" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Aparador revitalizado, de acordo com a nova tendência.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/louix-xv.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-211" title="louix-xv" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/louix-xv-300x200.jpg" alt="louix-xv" /></a></p>
<p style="text-align: center;">Para finalizar, a cadeira com braços  (armchair), sua versão orignal e sua releitura por Philip Stark.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>italian feelling &#8211; 3way</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/07/06/italian-feelling-3way/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 19:29:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[amsterdam]]></category>
		<category><![CDATA[amsterdã]]></category>
		<category><![CDATA[italia]]></category>
		<category><![CDATA[italy]]></category>
		<category><![CDATA[Luigi Ghirri]]></category>
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		<category><![CDATA[venezia]]></category>
		<category><![CDATA[venice]]></category>

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		<description><![CDATA[art work by Luigi Ghirri.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-65" title="Luigi Ghirri" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/luigi-ghirri_venezia-1986.jpg" alt="venezia 1986"  /><p class="wp-caption-text">venezia 1986</p></div>
<div id="attachment_67" class="wp-caption aligncenter" style="width: 550px"><img class="size-full wp-image-67" title="Luigi Ghirri" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/luigi-ghirri_self-portrait.jpg" alt="self portrait" /><p class="wp-caption-text">self portrait</p></div>
<div id="attachment_66" class="wp-caption aligncenter" style="width: 255px"><img class="size-medium wp-image-66" title="Luigi Ghirri " src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/luigi-ghirri_amsterdam-245x300.jpg" alt="amsterdam" /><p class="wp-caption-text">amsterdam</p></div>
<p>art work by <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Luigi_Ghirri" target="_blank">Luigi Ghirri.</a></p>
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		<title>Nagi Noda RoundUP</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/07/03/nagi-noda-roundup/</link>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:53:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[music]]></category>
		<category><![CDATA[japanese]]></category>
		<category><![CDATA[nagi noda]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Nagi Noda, artista japonesa e diretora de vídeos internacionalmente cultuada...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-90" title="Nagi Noda Fitness Video for Being Appraised as an Ex-Fat Girl" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/noda.jpg" alt="Nagi Noda Fitness Video for Being Appraised as an Ex-Fat Girl"/></p>
<p><a href="http://www.naginoda.com/" target="_blank">Nagi Noda</a>, artista japonesa e diretora de vídeos internacionalmente cultuada .</p>
<p>Nascida em Tóquio, sua carreira começou a chamar a atenção da mídia graças as seus excelentes trabalhos como designer, em campanhas publicitárias, capas de livros e CDs, antes de assinar contratos com grandes clientes. Os comerciais dirigidos por ela foram premiados exaustivamente tanto no Japão e internacionalmente. Recentemente,  dirigiu um comercial para a Coca-Cola(video3).</p>
<p>Nagi também dirigiu aclamados curtas-metragens, incluindo o polêmico &#8220;&#8221;<em>(video2)</em>, onde ela se exercitava ao lado de cachorros da raça poodle, e que virou um dos vídeos mais assistidos de todos os tempos no YouTube .</p>
<p>Seus vídeos para artistas como o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y1DpkgrxGc4" target="_blank">Scissor Sisters</a>, Tiga<em> (video4)</em> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=V4SponDQDWw" target="_blank">Cut Copy</a> também receberam grandes elogios por sua sensibilidade visual e suas idéias inovadoras.</p>
<p><object width="600" height="344" data="http://www.youtube.com/v/vdX_OBUeHb4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vdX_OBUeHb4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="600" height="344" data="http://www.youtube.com/v/9Nj7hHdg-kc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9Nj7hHdg-kc&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="600" height="344" data="http://www.youtube.com/v/vKGw_KYH63k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/vKGw_KYH63k&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="600" height="344" data="http://www.youtube.com/v/Vk-SlQ6qhhQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Vk-SlQ6qhhQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="600" height="344" data="http://www.youtube.com/v/KHyD7JN-BQ0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KHyD7JN-BQ0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Børre Sæthre</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 18:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[børre sæthre]]></category>
		<category><![CDATA[distortion]]></category>
		<category><![CDATA[stealth]]></category>
		<category><![CDATA[unicorn]]></category>
		<category><![CDATA[unicornio]]></category>

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		<description><![CDATA[Børre Sæthre é um artista conhecido por criar atmosferas fantasticas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="size-medium wp-image-74 aligncenter" title="Børre Sæthre" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/borre_111408_0004-300x200.jpg" alt=" STEALTH DISTORTION (...MUST HAVE SEEN IT IN SOME TEENAGE WET DREAM)" /></p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/B%C3%B8rre_S%C3%A6thre" target="_blank"><em>Børre Sæthre</em></a> é um artista natural da Noruega que se expressa combinando arquitetura, design, armação de palco, e outras artes.</p>
<p>A atmosfera fantastica é cercada por efeitos sonoros, vidros semi-transparente glass , LEDs e tecnologia high-end,  tudo isso contribunido na criação de  um espetaculo contemporaneo inspirado por elementos mitologicos, passando uma sensação de junção do passado com o futuro.<span id="more-8"></span></p>
<p><object width="610" height="344" data="http://www.youtube.com/v/P6Lb7eYDooI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/P6Lb7eYDooI&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" /></object></p>

<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/borre_111408_0065/' title='Børre Sæthre'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/borre_111408_0065-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="STEALTH DISTORTION (...MUST HAVE SEEN IT IN SOME TEENAGE WET DREAM)" title="Børre Sæthre" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/greetings_c_full/' title='Børre Sæthre'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/greetings_c_full-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="STEALTH DISTORTION (...MUST HAVE SEEN IT IN SOME TEENAGE WET DREAM)" title="Børre Sæthre" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/ps1_111408_0119/' title='Børre Sæthre'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/ps1_111408_0119-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="STEALTH DISTORTION (...MUST HAVE SEEN IT IN SOME TEENAGE WET DREAM)" title="Børre Sæthre" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/borre_111408_0004/' title='Børre Sæthre'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/borre_111408_0004-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="STEALTH DISTORTION (...MUST HAVE SEEN IT IN SOME TEENAGE WET DREAM)" title="Børre Sæthre" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/powered2full/' title='powered2full'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/powered2full-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="powered2full" title="powered2full" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/07/02/b%c3%b8rre-s%c3%a6thre/borre/' title='borre'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/borre-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="borre" title="borre" /></a>

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		<title>Dead nature (natureza morta) &#8211; 3way</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/06/30/dead-nature-natureza-morta-3way/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 16:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[dead]]></category>
		<category><![CDATA[kathryn parker]]></category>
		<category><![CDATA[morta]]></category>
		<category><![CDATA[nature]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>

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		<description><![CDATA[Inicio de uma nova serie de posts visuais com função de divulgar novos artistas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Iniciando uma nova categoria chamada 3 way, composta sempre por tres imagens de artistas novos. Para o primeiro, o tema abordado é a Natureza morta, pela artista <a href="http://www.kathrynparkeralmanas.com/" target="_blank">Kathryn Parker</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-62" title="kathryn_almanas - dead nature 3" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/kathryn_almanas4.jpg" alt="kathryn_almanas - dead nature 3"  /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-61" title="kathryn_almanas - dead nature 2" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/kathryn_almanas3.jpg" alt="kathryn_almanas - dead nature 2" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-60" title="kathryn_almanas - dead nature 1" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/kathryn_almanas1.jpg" alt="kathryn_almanas - dead nature 1"  /></p>
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		<title>Emily Nachison</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/06/24/emily-nachison/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 19:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[bunny]]></category>
		<category><![CDATA[coelho]]></category>
		<category><![CDATA[emily]]></category>
		<category><![CDATA[habbit]]></category>
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		<category><![CDATA[nachison]]></category>
		<category><![CDATA[oil]]></category>
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		<category><![CDATA[vazamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Inspirado em vazamentos de petróleo. por Emily Nachison]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inspirado em vazamentos de petróleo. por <a href="http://www.emilynachison.com/" target="_blank"> Emily Nachison</a></p>

<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/06/24/emily-nachison/artifacts_l/' title='Artefatos (artifacts)'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/artifacts_l-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Artefatos (artifacts)" title="Artefatos (artifacts)" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/06/24/emily-nachison/bunnyrider_l/' title='O coelho corredor (the bunny rider)'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/bunnyrider_l-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O coelho corredor (the bunny rider)" title="O coelho corredor (the bunny rider)" /></a>
<a href='http://www.igndes.com/blog/2009/06/24/emily-nachison/rabbitnest_l/' title='O ninho do coelho (the rabbit nest)'><img width="150" height="150" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/rabbitnest_l-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="O ninho do coelho (the rabbit nest)" title="O ninho do coelho (the rabbit nest)" /></a>

]]></content:encoded>
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		<title>Dirk Skreber</title>
		<link>http://www.igndes.com/blog/2009/06/09/dirk-skreber/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 16:44:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julioam</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Dirk Skreber arte art crushed batida instalation instalacao]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Somethings hurt much more than cars and girls&#8221; (algumas coisas machucam muito mais que carros e garotas) Uma coluna espelhada, dois carros esmagados e as séries de meticulosamente construídos. Arte como o fim último mercadoria no capitalismo, construção por descontrução. acidente. Dirk Skreber é um dos principais artistas contemporâneos alemães. Para Skreber, acidentes naturais , [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_35" class="wp-caption alignnone" style="width: 522px"><br />
<img class="size-full wp-image-35 " title="picturepretz4thumbnail" src="http://www.igndes.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/picturepretz4thumbnail.jpg" alt="Dirk Skreber: Friedrich Petzel Gallery" width="512" height="258" /><br />
<p class="wp-caption-text">Dirk Skreber: Friedrich Petzel Gallery</p></div>
<h2 style="text-align: center;">&#8220;Somethings hurt much more than cars and girls&#8221;</h2>
<h6 style="text-align: center;">(algumas coisas machucam muito mais que carros e garotas)</h6>
<p style="text-align: justify;">Uma coluna espelhada, dois carros esmagados e as séries de meticulosamente construídos.<br />
Arte como o fim último mercadoria no capitalismo, construção por descontrução. acidente.</p>
<p style="text-align: justify;"><span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">Dirk Skreber é um dos principais artistas contemporâneos alemães.</span> <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"><span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;">Para Skreber, acidentes naturais , acidentes de carro <span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()">quase-acidentes ferroviários  tornam-se icones de beleza monumental</span>.</span> </span></p>
]]></content:encoded>
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